Atualizado

02/09/2009

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Presidente do Conselho de Ética emprega ”fantasma”

28/07/2009

Terça-Feira, 28 de Julho de 2009 | Estadão de Hoje – LeonColon
Advogado mora no Rio de Janeiro e não cumpre expediente no órgão
Um assessor do recém-eleito presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), é funcionário fantasma do próprio órgão há mais de oito meses. O advogado Luiz Eustáquio Diniz Martins foi transferido do gabinete de Duque para o Conselho de Ética em 19 de novembro do ano passado com um salário de R$ 5 mil. Martins, no entanto, mora no Rio de Janeiro e não cumpre expediente no órgão.


Aliado deu emprego no STJ para neta de Sarney

28/07/2009

28/07/2009 – 09h19 MARTA SALOMON da Folha de S.Paulo, em Brasília
Antes de pedir emprego para o namorado no Senado, a neta de Sarney (PMDB-AP) Maria Beatriz ocupou por dois anos cargo de confiança no gabinete da presidência do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ainda cursando direito, recebia mais de R$ 6 mil por mês.
Na época, o STJ não exigia nível superior dos ocupantes de cargos por indicação política, informou ontem a assessoria do tribunal.


Gravações ligam Sarney a empreiteiro indiciado pela PF

27/07/2009

27/07/2009 – 02h50 HUDSON CORRÊA enviado especial da Folha de S.Paulo a São Luís

Em diálogos até agora inéditos, captados pela Polícia Federal com autorização judicial, o empreiteiro Zuleido Veras diz que não faltaria dinheiro para um empreendimento em Macapá porque “é obra de Sarney”. Em uma outra conversa, em Brasília, Zuleido diz que já estava chegando à casa de Sarney.

Dono da construtora Gautama, Zuleido foi o principal alvo da Operação Navalha, deflagrada em abril de 2007 para investigar fraudes em licitações de obras públicas. Ele foi preso ao lado de executivos e lobistas da empreiteira, indiciado por formação de quadrilha, corrupção e tráfico de influência e denunciado pelo Ministério Público.

Por meio de sua assessoria, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), negou o conteúdo das gravações e disse que nunca recebeu Zuleido em sua casa.


Sinto Vergonha de mim – Rui Barbosa (na voz emocionada de Rolando Boldrin)

25/07/2009

PT contraria Lula e defende licença de Sarney no comando do Senado

25/07/2009
Sábado, 25 de Julho de 2009 | Clarissa Oliveira e Rosa Costa – Estadão Hoje
Mercadante considera grave nova denúncia e, em nome da bancada, pede investigação pelo Conselho de Ética
Na contramão da orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a bancada do PT no Senado voltou a pedir ontem o afastamento do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Diante dos diálogos divulgados pelo Estado, em que Sarney discute com o filho Fernando Sarney a contratação do namorado de sua neta na Casa, o líder Aloizio Mercadante (SP) emitiu nota na qual considera “grave” a revelação. Em nome da bancada, ele afirmou que o Conselho de Ética do Senado terá de investigar “com rigor a possibilidade de participação direta” do peemedebista na promulgação do ato secreto que serviu para concretizar a nomeação.
“É grave essa nova denúncia porque há indícios concretos da associação do presidente do Senado, José Sarney, em ato secreto de nomeação do namorado de sua neta”, afirma o texto. “A bancada reafirma a sua posição de que o melhor caminho seria o pedido de licença da presidência da Casa por parte do senador José Sarney.”

Senadores criticam declarações do presidente

24/07/2009
Sexta-Feira, 24 de Julho de 2009 | ESTADÃO Online Rosa Costa, BRASÍLIA
Os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF) atacaram ontem a insistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em desmerecer as investigações de um órgão do Estado como a Polícia Federal (PF) e em defender o senador José Sarney (PMDB-AP). Simon disse que Lula está sendo “infeliz” nos comentários e pediu que o presidente “feche a boca e pare de falar”.
Cristovam ficou particularmente incomodado com a recomendação de Lula para que as investigações do Ministério Público levem em conta a “biografia dos investigados”. Segundo ele, “a biografia é para os livros, a Justiça é para ações deste momento, uma coisa é a história, outra é a política”.

Alguem deve estar preocupado com a própria biografia


Mônica Bergamo: Sarney cria "gabinete de crise" para tentar reverter desgaste

24/07/2009
24/07/2009 – 09h22 Folha Online
Entrincheirado no Maranhão, José Sarney (PMDB-AP) está criando um “gabinete de crise”, formado por publicitários, agências de comunicação, jornalistas, advogados e empresários, com quem mantém relações muito próximas, para estudar “medidas bombásticas” na tentativa de reverter o desgaste cada vez maior de sua imagem, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada nesta sexta-feira pela Folha.

Fernando Sarney omite centro de futebol em Imposto de Renda

24/07/2009
24/07/2009 – 09h00 da Folha Online
Em diálogo captado pela Polícia Federal, o empresário Fernando Sarney, vice-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), diz manter um negócio de venda de jogadores de futebol no Maranhão. No entanto, o empreendimento não está declarado em seu Imposto de Renda do ano passado, informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta sexta-feira pela Folha.

Para o Senado é bom ter um funcionário como eu, diz namorado da neta de Sarney

24/07/2009
24/07/2009 – 15h00 CHRISTIAN BAINES colaboração para a Folha Online, em Brasília
Apontado como o principal motivo do agravamento da crise em torno do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Henrique Dias Bernardes, 27, namorado da neta do peemedebista, sustenta que não vê ilegalidade na interferência de Sarney em sua contratação na Casa Legislativa.
Sem querer comentar a ligação com Maria Beatriz Sarney, neta do presidente do Senado, Bernardes disse que não conquistou o cargo só pela indicação do peemedebista, mas também pelo currículo.

Primeira linha do currículo: “Namorado da neta do Sarney”


”Guardian” destaca ”revolução do bigode”

24/07/2009
Sexta-Feira, 24 de Julho de 2009 | Andréia Sadi, estadao.com.br
Protesto de publicitários em blog na internet chega ao diário britânico. O jornal britânico The Guardian destacou em seu site ontem a “revolução de bigode”, protesto contra o “mais novo escândalo político brasileiro”. O artigo cita um blog criado por publicitários – “Greve de Bigode” -, que convida os internautas a tirar fotos com a “ferramenta de protesto”, natural ou falsa, e enviar ao endereço, “até Sarney cair”.

Senadores farão apelo para que Sarney renuncie e querem reunião de emergência do Conselho de Ética

23/07/2009
23/07/2009 – 12h29 Do UOL Notícias em Brasília Claudia Andrade
Após reunião na manhã desta quinta-feira (23), os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Pedro Simon (PMDB-RS) disseram que vão iniciar uma campanha pela renúncia de José Sarney (PMDB-AP) à presidência do Senado. Eles vão enviar um ofício ao presidente do Conselho de Ética, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), pedindo a convocação de uma reunião antes do fim do recesso parlamentar, que vai até o próximo dia 3.
“Faremos um apelo ao Sarney, para que renuncie por conta própria. Estou rezando para que Deus ajude ele. E que os amigos vão lá em São Luís, vão lá na ilha e o aconselhem a renunciar. Se ele não renunciar, vai ser uma guerra”, disse Simon. Cristovam defendeu que todos os senadores que sejam a favor da renúncia “se manifestem”.

Campanha? Apelo? Pobres covardes!


Lula pede cuidado com ”biografia dos investigados"

23/07/2009

Quinta-Feira, 23 de Julho de 2009 – Estadao Hoje – Nacional
Na solenidade de posse de novo procurador, ele pede que Ministério Público aja com “máxima seriedade”.

Pergunto: BIOGRAFIA OU FOLHA CORRIDA?


Filho de Sarney seria operador dos negócios políticos da família

23/07/2009

23 de julho de 2009 • 05h01 • atualizado às 06h43 Terra/Estado de S. Paulo
O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), seria um operador atuante nos negócios políticos da família, segundo revela a edição desta quinta-feira do jornal Estado de S. Paulo.
Segundo o jornal, um dos alvos preferidos de Fernando seria o setor elétrico. Alguns dos seus interlocutores mais freqüentes seriam o diretor da Eletrobrás Astrogildo Quental e o assessor do ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, Antonio Carlos Lima, o Pipoca.
Nas gravações, interceptadas pela Polícia Federal como parte da Operação Boi Barrica, Fernando aparece falando de transações financeiras com o irmão deputado Zequinha Sarney (PV-MA). Segundo o jornal, Fernando alerta Zequinha que o valor de um “negócio quente” seria de 900 mil reais. Com o irmão, Fernando também falava de pesquisas eleitorais e a cobertura dos veículos de mídia da família.


Funcionário do Senado advogou para Sarney no Amapá

23/07/2009

23/07/2009 – 03h56da Folha Online
Durante dois meses da campanha eleitoral que o reelegeu presidente do Senado, em 2006, José Sarney (PMDB-AP), foi defendido por um advogado do quadro efetivo do Senado, informa reportagem de Rubens Valente, publicada nesta quinta-feira pela Folha


Gravação liga Sarney a atos secretos

22/07/2009

Quarta-Feira, 22 de Julho de 2009 | Estadao Nacional – Rodrigo Rangel, BRASÍLIA
Em conversa com o filho, ele se compromete a falar com Agaciel e sacramenta nomeação de namorado da neta
Uma sequencia de diálogos gravados pela Polícia Federal com autorização judicial, durante a Operação Boi Barrica, revela a prática de nepotismo explícito pela família Sarney no Senado e amarra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ao ex-diretor-geral Agaciel Maia na prestação de favores concedidos por meio de atos secretos. Em uma das conversas, o empresário Fernando Sarney, filho do parlamentar, diz à filha, Maria Beatriz Sarney, que mandou Agaciel reservar uma vaga para o namorado dela, Henrique Dias Bernardes


Senado gasta cerca de R$ 1,8 mi por ano com gratificação a 75 chefes da gráfica

21/07/2009

21/07/2009 – 15h17 MÁRCIO FALCÃO da Folha Online, em Brasília
A gráfica do Senado, considerada o berço político do ex-diretor-geral Agaciel Maia, é o setor com o maior número de chefes da Casa. Além de cinco diretores, são 75 cargos de chefia distribuídos em quatro turnos de atividades –uma média de 18 chefes por período. Além de ser um número expressivo, o problema é que parte desses servidores que ocupam cargos de chefia recebe uma gratificação de R$ 1.900 para comandar serviços que já foram extintos do setor, como a tipografia.
A gráfica do Senado, considerada o berço político do ex-diretor-geral Agaciel Maia, é o setor com o maior número de chefes
O Senado gasta cerca de R$ 1,8 milhão por ano para manter o bônus dos 75 chefes da gráfica. Eles são responsáveis por administrar 31 aéreas. Há casos de até quatro chefes para controlar o mesmo local. Ao todo, o setor abriga 1.100 servidores –sendo que 420 foram cedidos para outros órgãos do Senado. Dos 680 servidores que restam, 430 são terceirizados que atuam na produção e nas áreas de limpeza e segurança.


Senador Gilvam Borges paga fábrica com verba indenizatória

21/07/2009

21/07/2009 – 09h18 da Folha Online
O senador Gilvam Borges (PMDB-AP), afilhado político do senador José Sarney (PMDB-AP) e com assento no Conselho de Ética do Senado, destina toda a sua cota da verba indenizatória de R$ 15 mil mensais para alugar uma fábrica de toldos na periferia de Macapá, informa reportagem de Rubens Valente e Silvio Navarro, publicada nesta terça-feira pela Folha


PF abre inquérito sobre obra no Amapá apoiada por Sarney

20/07/2009

20/07/2009 – 08h48 da Folha Online
A Polícia Federal abriu inquérito no dia 17 de junho para investigar a ampliação do aeroporto internacional de Macapá (AP), principal obra pela qual o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), trabalhou para viabilizar na capital do Estado que o elegeu, informa reportagem de Rubens Valente, publicada nesta segunda-feira pela Folha.


Senado fez ”trem da alegria” secreto

19/07/2009

Domingo, 19 de Julho de 2009 | Estadão Hoje – Leandro Colon
Casa transformou 82 estagiários da gráfica em servidores efetivos
Um novo escândalo bate à porta do Senado. Depois dos atos secretos, surge agora o “trem da alegria” secreto. Uma decisão guardada até hoje sob sigilo transformou 82 estagiários da poderosa gráfica em servidores públicos federais em 1992, quatro anos depois da promulgação da Constituição, que proíbe, desde 1988, nomeações sem concurso público.


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